Arquivos
Categorias
Links
Buscar
Meta
Category Archives: Naïve
Lembranças da infância – 8
Enviado por: Marginal Como diria o Seu Zé Perneta… Bati a chave no contato e só escutei um barulho: TOW! Pensei “isso não é barulho de motor nem aqui nem na China” e empurrei o carro pelo barranco pra banhar … Continue reading
Posted in Naïve
Leave a comment
Lembranças da infância – 7
Enviado por: Marginal Como diria o C. Neiva, com o dedo em riste… NEM ISSO! [E, em seguida, morreu.]
Posted in Naïve
Leave a comment
Lembranças da infância – 6
Enviado por: Marginal Como diria o Paulo Francis… (esse também dizia muitas coisas!) Se o Brasil não mudar para melhor até 1998 eu vou ser cabo eleitoral, vou votar no Lula, vou até usar camisa com aquela barbicha elegante que … Continue reading
Posted in Naïve
Leave a comment
Lembranças da infância – 5
Enviado por: Marginal Como diria o Paulo Francis… Eu fumei maconha duzentas vezes. Toda vez que eu fumava maconha, me dava vontade de ouvir Wagner. [E, em seguida, morreu.]
Posted in Naïve
Leave a comment
Lembranças da infância – 4
Enviado por: Marginal Como diria o Macbeth… To−morrow, and to−morrow, and to−morrow, Creeps in this petty pace from day to day, To the last syllable of recorded time; And all our yesterdays have lighted fools The way to dusty death. … Continue reading
Posted in Naïve
Leave a comment
Lembranças da infância – 3
Enviado por: Marginal Como diria o O. Carvalho… (é, ele dizia muitas coisas!) Budismo Moderno Tome, Dr., esta tesoura, e… corte Minha singularíssima pessoa. Que importa a mim que a bicharia roa Todo o meu coração, depois da morte?! Ah! … Continue reading
Posted in Naïve
Leave a comment
Lembranças da infância – 2
Enviado por: Marginal Como diria o O. Carvalho… Du pain sec et du fromage c’est bien peu pour déjeneur. On me donnera, je gage, d’autre chose à mon diner. Car Didon dîna, dit-on, du dos d’un dodu dindon. [E, em … Continue reading
Posted in Naïve
Leave a comment
Lembranças da infância – 1
Enviado por: Marginal Como diria o Charles… Pedro Pereira Pinto, primeiro pintor português, pintava portas, portões, portais. Partiu para Paris para poder pintar por pouco preço. Passando por Penacho Preto, Penápolis, passou por pontes perigosas pulando pedra por pedra para … Continue reading
Posted in Naïve
Leave a comment
Para quê?
Enviado por: Felpudo Primavera de 1869. Era uma bela tarde de sábado, o vento tinha dado uma trégua e Rita estava terminando de lavar roupas na bica, quando ouviu baterem à sua porta. Secou as mãos no avental de pano … Continue reading
Posted in Naïve
Leave a comment