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	<title>Jagua tekaka &#187; Escatologia</title>
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	<description>Idiossincrasias do projetista</description>
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		<title>Carta à coluna &#8211; 1</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Oct 2006 22:41:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chefe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escatologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Enviado por: Sevan Dija Na coluna de hoje vou falar sobre uma carta que recebi de um leitor. Sua mente preocupada me enviou uma subversiva indagação: &#8220;depois de quantas passadas de papel no cu a gente já pode vestir a &#8230; <a href="http://www.oliveiras.eng.br/blog/?p=31">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado por: <strong>Sevan Dija</strong></p>
<p>Na coluna de hoje vou falar sobre uma carta que recebi de um leitor. Sua mente preocupada me enviou uma subversiva indagação: &#8220;depois de quantas passadas de papel no cu a gente já pode vestir a cueca, depois de cagar?&#8221; (sic)</p>
<p>Esta indagação me fez ponderar que tais reflexões são quase impossíveis em nossa atual sociedade. Primeiro porque muito se fala, hoje em dia, nas dispersões árabes ocorridas ao redor do mundo; e, segundo, as pessoas se sentem como gafanhotos: verdes e indefesas.</p>
<p>Independentemente das circunstâncias, me voltei à discussão desse assunto tão cotidiano e tão prosaico do ser humano: passar o papel higiênico no cu. É interessante e indispensável pensar no número ideal de passadas antes de sungar a cueca, para que não haja a possibilidade de se ter a ingrata surpresa daquela borrada (ou seria barrada?) ao se retirar a roupa íntima no final do dia. Dependendo da marca do papel, ele se comporta como guardanapo de boteco e mais espalha do que limpa. Porém, mesmo os de boa qualidade insistem em voltar maculados, não importando por quantas vezes o ato se repetiu.</p>
<p>Bom, vou lhe relatar a minha experiência de vida quanto a isso, e pretendo ser direto e claro nesta abordagem: eu não uso papel higiênico, e creio firmemente que este é o segredo para um ânus feliz. Nada de aspereza na vida, afinal ele já é um cu. O que faço é simplesmente lavar o referido com um forte jato d&#8217;água logo depois de defecar. E por forte, quero dizer que tal jato tenha pressão suficiente para despregar, principalmente nas situações mais pegajosas, aquelas badalhocas que se recusam a partir; caso a pressão não corresponda às expectativas, você irá se deparar com uma faixa marrom escuro e fedorenta na toalha em que se secar.</p>
<p>Já para o caso em que não exista um esguicho com tal potência, seja do antigo <em>bidet</em>, seja da nova geração de duchas higiênicas, a opção é tomar banho – ou pelo menos ligar o chuveiro e se lavar. A desvantagem desta alternativa é o barulho resultante da água do chuveiro caindo, o que pode ser extremamente constrangedor se você estiver, por exemplo, em um local onde banho não seja uma ação esperada – como na primeira visita à casa dos pais da garota de quem você está gostando. Quando se sai do banheiro, o denunciante odor de fezes frescas predomina e, caso você não tenha a cara-de-pau de dizer &#8220;Ahhh! Tomei um banho e me sequei com a camiseta&#8230;&#8221; e olhar para o futuro sogro com um sorriso cínico, com certeza não terá coragem de confessar que defecou e se limpou no chuveiro, sem banho.</p>
<p>Impossibilitado psicologicamente pela lavagem no chuveiro, só nos resta a pia. Esta peça serve plenamente para o serviço sujo. Nas pontas dos pés, encaixe suavemente a bunda na cuba de modo a não quebrar todo o aparato, senão seria até melhor esparramar o resultado no ventilador. Abra a torneira e com a mão retire o grosso (parte táctil) de sua polpa. Em seguida, de posse do sabonete, lave o vale e reentrâncias. Utilize água em (na) abundância e está quase tudo pronto. Agora só falta retirar os restos de fezes do sabonete e da pia de modo a não deixar vestígios. O arremate fica por conta do cidadão: se for <em>filadaputa</em>, pode secar a bunda na toalha de rosto, senão faça uso da própria cueca mesmo.</p>
<p>Espero tê-lo auxiliado em questão tão íntima.</p>
<p>Abraços,<br />
Sevan Dija<br />
Grande Guru</p>
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		<title>No elevador</title>
		<link>http://www.oliveiras.eng.br/blog/?p=26</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Oct 2006 18:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Chefe</dc:creator>
				<category><![CDATA[Escatologia]]></category>
		<category><![CDATA[Sério]]></category>

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		<description><![CDATA[Enviado por: Plebeu Todos daquela família tinham o mesmo problema fisiológico. Ou seria psicológico? Certo dia, Cozan entrou em um prédio comercial de 42 andares e se dirigiu à fila do elevador que atendia os escritórios mais caros da cidade. &#8230; <a href="http://www.oliveiras.eng.br/blog/?p=26">Continue reading <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Enviado por: <strong>Plebeu</strong></p>
<p>Todos daquela família tinham o mesmo problema fisiológico. Ou seria psicológico?</p>
<p>Certo dia, Cozan entrou em um prédio comercial de 42 andares e se dirigiu à fila do elevador que atendia os escritórios mais caros da cidade. Todo engravatado, esperou o elevador logo atrás de uma mulher elegante e com cara de secretária executiva: arrogante e competente. Séria, muito séria.</p>
<p>Em poucos segundos a seta vermelha fez &#8220;plim&#8221; e acendeu, indicando que deveriam entrar no armário metálico de porta de aço escovado. A fila andou, a suposta secretária entrou, Cozan entrou em seguida. Os passageiros foram apertando os botões de seus andares; a mulher apertou o 40, o mesmo andar para o qual ele ia. A porta automática se fechou e lá se foram eles edifício acima.</p>
<p>Antes do terceiro andar, Cozan sentiu uma incômoda pressão no baixo ventre.</p>
<p>&#8220;Preciso me controlar&#8221;, pensou.</p>
<p>O elevador parava lentamente em todos os andares e sempre descia alguém. Lá pelo décimo andar, todos já haviam saído, menos Cozan e a secretária. Não agüentando mais, Cozan liberou uma leve flatulência do tipo &#8220;fuiiiim&#8221;, que escapou deixando uma sensação de calor em sua cueca. Imediatamente percebeu a encrenca: aquele ia feder! Começou a rezar em silêncio, pedindo por um milagre:</p>
<p>- que esse não feda;<br />
- que o elevador suba mais rápido, muito rápido;<br />
- que a mulher não tenha olfato;<br />
- que o cabo do elevador arrebente e a gente se esborrache no poço!</p>
<p>Talvez tenha faltado fé, pois o ambiente enegreceu e a névoa densa e ardida começou a penetrar em suas narinas, causando um tremendo desconforto. A mulher virou o rosto lentamente em sua direção e, pela cara amarrada, tinha claramente deduzido de onde vinha o festival de enxofre.</p>
<p>Desesperado de vergonha e suando frio &#8211; e na falta de coisa melhor pra fazer &#8211; Cozan apertou o botão 36 e aguardou a parada do elevador. Assim que a porta se abriu, virou-se para a mulher com a cara mais séria que conseguiu fazer e disse:</p>
<p>&#8220;Sua porca!&#8221;</p>
<p>E pulou pra fora, triunfante.</p>
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